Exames atrasam e 3.935 famílias ficam sem saber se o filho tem microcefalia


Pelo menos 3.935 famílias brasileiras enfrentam a angústia de não saber se seu filho tem ou não microcefalia, segundo médicos. Eles dizem que a demora na divulgação do resultado final é provocada por fatores como: burocracia, falta de infraestrutura ou agilidade para providenciar transporte das crianças a centros onde seria possível fazer o exame confirmatório. Boa parte dos pais aguarda há 3 meses uma definição. De novembro do ano passado, quando a emergência sanitária nacional foi declarada, até 13 de fevereiro, só foram esclarecidos (confirmados ou descartados) 1.345 casos. "Essa lentidão nos surpreendeu", diz Alberto Beltrame, secretário de Atenção à Saúde. Além do sofrimento para as famílias, a demora no fechamento do diagnóstico acaba sobrecarregando serviços de assistência. A recomendação é: enquanto o caso não é descartado, o paciente deve receber o tratamento como se de fato tivesse a síndrome.

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